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ROGÉRIO SAMPAIO ELOGIA ARBITRAGEM BRASILEIRA

Federação de Judô de Mato Grosso do Sul
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Rogério Sampaio elogia arbitragem brasileira O campeão olímpico Rogério Sampaio publicou em seu blog, no portal R7, da Rede Record, um texto sobre a importância da arbitragem na boa fase do judô brasileiro. Rogério é comentarista de judô da TV Record. Confira, abaixo, o texto na íntegra. A importância da arbitragem na boa fase do judô brasileiro O judô brasileiro termina o ano em alta. Conquistamos um número recorde de medalhas nos Jogos Pan-Americanos e, nas disputas dentro do Brasil o Grand Prix Nacional é um evento consolidado e extremamente animador. Esse grande sucesso do nosso judô é resultado do bom trabalho, competência e profissionalismo de muita gente: dirigentes, atletas e técnicos do Brasil inteiro. Todos eles, como não pode deixar de ser, têm recebido seus merecidos créditos. Mas é muito importante destacar também a importância da arbitragem para a boa fase do judô brasileiro. Pude acompanhar o nível fraco da arbitragem nos Jogos Pan-Americanos, com tristeza. Os erros dos árbitros no Pan prejudicaram, inclusive, os atletas brasileiros, como Mayra Aguiar. Tais erros decorreram do mau uso das imagens, que são geradas pela organização para a correção de qualquer erro e confirmação de pontos, e também pela aplicação indevida das punições. Em alguns momentos, os árbitros do Pan foram muito rápidos para assinalar punições, gerando intraquilidade nos atletas e rebaixando o nível dos combates, em consequência dessa insegurança. Comparando o nível da arbitragem do Pan com a do GP Nacional, a diferença é gritante. O GP teve excelentes arbitragens, principalmente nas finais. Destacando o excelente trabalho dos professores Édson Minakawa e Jeferson Vieira, que esteve nos Jogos Pan-Americanos representando a arbitragem brasileira, quero parabenizar a arbitragem brasileira. Meu reconhecimento também ao professor José Pereira Silva, que é um profissional muito experiente, mas extremamente comprometido com o movimento da arbitragem. O professor Pereira é rigoroso, mas sempre mantendo o equilíbrio emocional, o que é fundamental em qualquer disputa, já que o atleta que perde costuma reclamar da arbitragem. Numa competição por equipe como o Grand Prix Nacional, marcada pelo equilíbrio entre os participantes, a boa arbitragem e o equilíbrio emocional fizeram a diferença. A final masculina do GP foi decidida na última luta e a precisão da arbitragem me chamou a atenção. Parabéns aos árbitros brasileiros!